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  • Rodrigo Souza

Aos amigos meus



É urgente procurar no amor e no amar

As coisas que não estão onde deveriam se encontrar

É iminente correr de volta se abrigando em algum lugar

Que só seja esconderijo pra quem souber se dar

É difícil mergulhar em águas que não se possa enxergar

Requer ser um menino e mergulhar bem ribeirinho nesse rio de sonhar

Que seja logo o momento de poder nos encontrar

Encontrando a nós mesmos nesse espelho do olhar

Esse lugar é vilarejo onde a ordem é repousar


É emergente que eu te abrace seja lá quem você for

E que olhe nos teus olhos expressando todo amor

Socorrer quem se afoga em um mar de tanta dor

Que não percamos a esperança pois foi aí que desandou

Abrimos um portal imenso para a entrada do rancor

Ter esperança é um terço que se conta em louvor

Ao amanhã que não conheço mas se abre como flor

Sei que às vezes adormeço deixo o medo se impor

É assim quando esqueço onde é a fonte do amor


É para logo a revolução do sentir na alma comunhão

Partir o pão, ficar sem pão, mas jamais negar que és irmão

É para ontem que eu te levante

Pra enfrentarmos o que vem adiante

Para que seja triunfante viver o que hoje é horizonte distante

É de dentro que vem todo poder reinante

Seja ao bem

Seja ao mal

O fio da alma é fio cortante


Que nos unamos num sempre firme e belo

O amor liberto violento e constante

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