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		<title>FÉliz Natal!</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 12:31:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ocronico</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Rodrigo @ocronico Já era madrugada. Choveu naquela noite. Noite de Natal. Eu, cheio de pressa pra pegar logo no sono e fazer chegar logo a manhã, e saber o que eu ganharia de Natal do Papai Noel. Papai Noel? Será? Aquele ano era decisivo pra mim. Aos meus 6 anos de idade eu me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-599" title="feliznatal" src="http://www.nascronicas.com/wp-content/uploads/2011/12/feliznatal.jpg" alt="" width="860" height="250" /></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;">por Rodrigo @ocronico</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Já era madrugada. Choveu naquela noite. Noite de Natal. Eu, cheio de pressa pra pegar logo no sono e fazer chegar logo a manhã, e saber o que eu ganharia de Natal do Papai Noel. Papai Noel? Será?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Aquele ano era decisivo pra mim.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Aos meus 6 anos de idade eu me encontrava prestes a não acreditar mais no Papai Noel. Algo me dizia que aquilo era uma grande mentira. Dias antes, pensei “Mas o mundo é tão grande. Como pode numa noite, um velho gordo, entregar tantos presentes? E ainda tem o Japão, que é o lugar mais longe do mundo&#8230; E como ele faz pra entregar nas casas do Brasil que não tem chaminé e nem churrasqueira?” Algo parecia não estar certo. Eu começava a desconfiar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Porém, me encontrava disposto a dar uma chance ao Papai Noel. Fui dormir ainda com uma ponta de fé naquilo tudo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Eu morava numa casa de madeira com meus tios e minha avó. Ao redor, o terreno era de barro. E como já falei, naquela noite havia chovido.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Pois bem, meu tio, no meio da madrugada entrou em casa com os sapatos calçados, levemente bêbado. Dormíamos no mesmo quarto. Ele foi habilidoso, pegou algo sem fazer barulho, saiu&#8230; Minha tia, aproveitando o movimento na casa, deixou ao pé da cama o Carrinho “Bate-Volta” amarelo. Quando acordei, estava ali. Era tudo o que eu precisava. Uma prova.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Liguei bem menos para o carrinho do que para as marcas no chão. Ali eu voltava a acreditar mais um tempo em tudo aquilo. Aquelas marcas no chão foram o suficiente para dar mais um tempo de crédito ao Papai Noel. Aquele Natal foi um dos mais marcantes pra mim. Foi quando eu vi no chão do meu quarto as marcas de barro com o desenho das botas do Senhor Noel. Ninguém tirava de mim a certeza da existência desse homem. Para mim, era um ponto final. Era tudo o que eu precisava.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">É amigos, na vida, tudo depende de um coração disposto a acreditar. Um coração aberto para crer. Um coração de menino, que não precisa de muitas evidências para ter certeza de algo. Um coração com fé. Uma fé infantil.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fé. Acreditar, mesmo com um fiozinho de fé.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Acreditar, pelo menos, até o dia em que sua tia faz o favor de brigar com seu tio por ter entrado em casa com os sapatos sujos de barro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Meu mundo caiu.</span></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Feliz Natal, coleguinhas!</span></strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F12%2Ffeliz-natal%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F12%2Ffeliz-natal%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><!--<![endif]--><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service twitter_tweet" src="http://platform.twitter.com/widgets/tweet_button.html?url=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F12%2Ffeliz-natal%2F&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F12%2Ffeliz-natal%2F&amp;count=none&amp;text=F%C3%89liz%20Natal%21" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:55px;height:20px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service twitter_tweet" src="http://platform.twitter.com/widgets/tweet_button.html?url=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F12%2Ffeliz-natal%2F&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F12%2Ffeliz-natal%2F&amp;count=none&amp;text=F%C3%89liz%20Natal%21" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:55px;height:20px"></iframe><!--<![endif]--><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F12%2Ffeliz-natal%2F&amp;title=F%C3%89liz%20Natal%21" id="wpa2a_2">Compartilhe</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Karaokê NasCrônicas</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 11:20:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ocronico</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Rodrigo Souza @ocronico (só vale se você cantar! Você conhece, vai!) &#160; O Iranduba a Fiar (A Velha a Fiar) &#160; Estava o Iranduba em seu lugar Veio a Ponte lhe fazer mal A Ponte no Iranduba, o Iranduba a fiar &#160; Estava a Ponte em seu lugar Veio a Ronda lhe fazer mal A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;">Rodrigo Souza @ocronico</span></p>
<p><em>(só vale se você cantar! Você conhece, vai!)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Iranduba a Fiar (A Velha a Fiar)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estava o Iranduba em seu lugar</p>
<p>Veio a Ponte lhe fazer mal</p>
<p>A Ponte no Iranduba, o Iranduba a fiar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estava a Ponte em seu lugar</p>
<p>Veio a Ronda lhe fazer mal</p>
<p>A Ronda do Bairro, a Ponte no Iranduba, o Iranduba a fiar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estava a Ronda em seu lugar</p>
<p>Veio Choque de Ordem lhe fazer mal</p>
<p>O Choque na Ronda, a Ronda na Ponte, a Ponte no Iranduba, o Iranduba a fiar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estava o Choque de Ordem em seu lugar</p>
<p>Veio o Estudante lhe fazer mal</p>
<p>O Estudante no Choque, o Choque na Ronda, a Ronda na Ponte, a Ponte no Iranduba, o Iranduba a fiar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estava o Estudante em seu lugar</p>
<p>Veio a Tarifa lhe fazer mal</p>
<p>A Tarifa no Estudante, o Estudante no Choque, o Choque na Ronda, a Ronda na Ponte. a Ponte no Iranduba, o Iranduba a fiar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estava a Tarifa em seu lugar</p>
<p>Veio o Mazoca sua parte pegar</p>
<p>O Mazoca na Tarifa, a Tarifa no Estudante, o Estudante no Choque, o Choque na Ronda, a Ronda na Ponte. a Ponte no Iranduba, o Iranduba a fiar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estava o Mazoca em seu lugar</p>
<p>Veio a Dilma lhe fazer mal</p>
<p>A Dilma no Mazoca, o Mazoca na Tarifa, a Tarifa no Estudante, o Estudante no Choque, o Choque na Ronda, a Ronda na Ponte. A Ponte no Iranduba, o Iranduba a fiar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estava a Dilma em seu lugar</p>
<p>Veio a Copa lhe fazer mal</p>
<p>A Copa na Dilma, a Dilma no Mazoca, o Mazoca na Tarifa, a Tarifa no Estudante, o Estudante no Choque, o Choque na Ronda, a Ronda na Ponte, a Ponte no Iranduba, o Iranduba a fiar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estava a Copa em seu lugar</p>
<p>Veio o Orlando Silva lhe fazer mal</p>
<p>O Orlando na Copa, a Copa na Dilma, a Dilma no Mazoca, o Mazoca na Tarifa, a Tarifa no Estudante, o Estudante no Choque, o Choque na Ronda, a Ronda na Ponte, a Ponte no Iranduba, o Iranduba a fiar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estava o Orlando em seu lugar</p>
<p>Veio o PM lhe caguetar</p>
<p>O PM no Orlando, o Orlando na Copa, a Copa na Dilma, a Dilma no Mazoca, o Mazoca na Tarifa, a Tarifa no Estudante, o Estudante no Choque, o Choque na Ronda, a Ronda na Ponte, a Ponte no Iranduba, E O POVO A PAGAR&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vídeo da música original: Rá-Tim-Bum - <a href="http://www.youtube.com/watch?v=BZzNBNoae-Y">http://www.youtube.com/watch?v=BZzNBNoae-Y</a></p>
<p><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F10%2Fkaraoke-nascronicas%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F10%2Fkaraoke-nascronicas%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><!--<![endif]--><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service twitter_tweet" src="http://platform.twitter.com/widgets/tweet_button.html?url=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F10%2Fkaraoke-nascronicas%2F&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F10%2Fkaraoke-nascronicas%2F&amp;count=none&amp;text=Karaok%C3%AA%20NasCr%C3%B4nicas" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:55px;height:20px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service twitter_tweet" src="http://platform.twitter.com/widgets/tweet_button.html?url=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F10%2Fkaraoke-nascronicas%2F&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F10%2Fkaraoke-nascronicas%2F&amp;count=none&amp;text=Karaok%C3%AA%20NasCr%C3%B4nicas" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:55px;height:20px"></iframe><!--<![endif]--><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F10%2Fkaraoke-nascronicas%2F&amp;title=Karaok%C3%AA%20NasCr%C3%B4nicas" id="wpa2a_4">Compartilhe</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Ó b v i o</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 20:20:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ocronico</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Rodrigo @ocronico Às vezes é importante ser óbvio. Pois, o problema de não ser óbvio, às vezes, é que o óbvio, de tão óbvio, torna-se o óbvio esquecido. Daí, o óbvio, quando esquecido, torna-se o óbvio preciso. Outras vezes dizer o óbvio é extremamente desnecessário. Obviamente dispensável. Há de se pôr numa balança o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.nascronicas.com/wp-content/uploads/2011/10/justiça1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-564" title="justiça" src="http://www.nascronicas.com/wp-content/uploads/2011/10/justiça1.jpg" alt="" width="660" height="150" /></a>por Rodrigo @ocronico</strong></p>
<p>Às vezes é importante ser óbvio. Pois, o problema de não ser óbvio, às vezes, é que o óbvio, de tão óbvio, torna-se o óbvio esquecido. Daí, o óbvio, quando esquecido, torna-se o óbvio preciso.</p>
<p>Outras vezes dizer o óbvio é extremamente desnecessário. Obviamente dispensável. Há de se pôr numa balança o peso do óbvio preciso e o do óbvio descartável. Sem contar que ler/dizer “óbvio”, gera um incômodo pra dicção. Não é? Tenho certeza que só nesse trecho inicial, dizer o “óbvio” várias vezes, despertou a vontade de parar de ler esse texto. Viu como o “óbvio” tem seus efeitos?</p>
<p>Me propus a fazer mais do mesmo, e ser óbvio em mais um texto.</p>
<p>Para clarear o enrolado pensamento inicial dessa crônica, vou ser óbvio usando a história de alguém que precisa&#8230; perdão&#8230; precisa do óbvio.</p>
<p>Bianca Abinader Gavinho. Médica. Cidadã. Mãe. Esposa.<br />
Uma mulher que trabalha com vidas e que tem em si, notoriamente, o dom de cuidar. Isso, para perceber, não é preciso conhecer muito profundamente a sua vida. Basta olhar de relance, e vê-se que se trata de ALGUEM profundamente consciente de seu papel. Para quem não sabe de toda a saga vivida por ela, leia mais detalhes no <a href="http://ocasobiancabinader.wordpress.com/" rel="nofollow nofollow" target="_blank">http://ocasobiancabinader.wordpress.com/</a></p>
<p>Dra. Bianca, hoje, paga por agir como cidadã. Por defender o que acredita. Por ser quem é. Paga por não contentar-se com a passividade, com a anestesia e com os clichês que se tornaram &#8216;óbvios&#8217;, tipo: “As coisas são assim mesmo. Não tem como mudar!”. Perseguida, injuriada segue precisando do óbvio. O óbvio, que é difícil ser dito, enrolando a dicção. O óbvio, que é preciso ser dito, para que não esqueçamos. O óbvio que pra ela significa – justiça.</p>
<p>Cá entre nós, senhores. É óbvio – não é possível viver em paz, vivendo uma injustiça. Ninguém está contente quando é posto sob o jugo da injustiça.</p>
<p>E na minha contagem do “óbvio´s” passei dos 20 nesse texto.<br />
Lendo essas linhas, das duas &#8211; uma. Ou você vai conhecer, divulgar e torcer para o óbvio se concretizar na vida de Bianca Abinader, ou, de tanto repetir com dificuldade a sequência de “óbvios”, vai procurar um Fonoaudiólogo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>O NasCrônicas volta depois da crise. </em></p>
<p><em>Obrigado por passar por aqui! </em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Clímax Tropical</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jul 2011 20:54:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ocronico</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Rodrigo @ocronico Minerais e outras substâncias se unindo com a água do corpo em sofrimento do calor na meia luz de uma clausura. Quatro paredes. Sem fuga. E mina dos poros a gotícula de suor para arrefecer a pele e controlar o fervor, controlar a febre do corpo desejando o momento do clímax aliviando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.nascronicas.com/wp-content/uploads/2011/07/ma%C3%A7a.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-549" title="maça" src="http://www.nascronicas.com/wp-content/uploads/2011/07/ma%C3%A7a.jpg" alt="" width="585" height="170" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;">por Rodrigo @ocronico</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Minerais e outras substâncias se unindo com a água do corpo em sofrimento do calor na meia luz de uma clausura. Quatro paredes. Sem fuga. E mina dos poros a gotícula de suor para arrefecer a pele e controlar o fervor, controlar a febre do corpo desejando o momento do clímax aliviando toda a intensa e castigante pressão.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">E explode arrastado da garganta um gemido e um comprimir de diafragma movimenta o abdômen, enrijece. Músculos em contração e os olhos cerrados destacando as linhas do cenho. Expressões de dor e anseio acompanhado do respirar ofegante. E um querer tamanho tomando o corpo que em sufoco carece ter seu desejo satisfeito.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A gotícula de suor brotada da pele, ainda se sustenta pausada onde nasceu. Trêmula, prevê despencar-se da testa, e cresce em acúmulo, a água corpórea, o sal do corpo na porção de gota. Mas não despenca. Ela desliza. Segue em frente, vai à margem da sobrancelha, desemboca na têmpora como que patinando o rosto. Mergulha a salina doce gota. Beija a maçã do rosto produzindo uma sensação de uma fina cócega. Um zigue-zague entre a penugem. Vai caindo, segue desenhando um pequeno rastro, chega até a ponta do penhasco, a mandíbula. E a gotícula trêmula como nunca, descola da pele em câmera lenta, refletindo uma pequena luz vinda sabe-se lá de onde. Até que cai. Respinga no impacto. E multiplica-se na saboneteira do corpo se juntando aos milhares de pontos de orvalho na superfície já toda encharcada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">As mãos percorrem as coxas como que numa angústia. Numa tentativa de chegar lá, no fim, no prazer explosivo, no auge, no respirar fundo do anseio completado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">É audível a respiração, vira gemido, não necessita encostar o ouvido na parede para ouvir que ali dentro um ato pleno de intimidade, de rendição, de entrega está acontecendo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ali, na clausura, um misto de força física e mental entra em sintonia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Depois de tanto. Eis que vem o ponto alto.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Eis que o gemido prolongado e final, se faz maior. E uma leveza total toma conta. São segundos de sublime sentimento de paz.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O coração normaliza os batimentos. Uma calma te invade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">É o fim. Você se veste. Abre a porta e se vai.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Manaus, 14 de Julho de 2011. Banheiro do Instituto da Medicina Tropical.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">(crise superada)</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dica: Papel Higiênico, só na última portinha.</p>
<p>Nota: Omiti algumas informações pensando no bem estar dos leitores. Obrigado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ana Luiza</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jul 2011 18:36:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ocronico</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Rodrigo @ocronico Quem sou eu, pai de ninguém, para dizer da dor da perda de um filho? Se nem da explosiva alegria de sabê-lo um dia tive. Se nem conheço o sal da lágrima derramada por saber-se pai. O que direi da dor da mutilação de uma mãe sem o filho? E como vou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><a href="http://www.nascronicas.com/wp-content/uploads/2011/07/ANALUIZA.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-536" title="ANALUIZA" src="http://www.nascronicas.com/wp-content/uploads/2011/07/ANALUIZA.jpg" alt="" width="592" height="172" /></a><span style="color: #000000;">por Rodrigo @ocronico</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quem sou eu, pai de ninguém, para dizer da dor da perda de um filho? Se nem da explosiva alegria de sabê-lo um dia tive. Se nem conheço o sal da lágrima derramada por saber-se pai.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O que direi da dor da mutilação de uma mãe sem o filho? E como vou medir a imensidão do buraco que se abre no chão da alma de quem perde um pedaço maravilhosamente seu? E por quantas horas terei de chorar para supor vagamente a tristeza da separação da mãe que carregou a vida no ventre? Por quantos dias terei que silenciar para entender o motivo que desordena a dita ordem natural?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quem sou eu, pai de ninguém, para dizer palavras de consolo por uma perda de uma graça que nunca tive? Quem sou eu para amaldiçoar o dia da partida, se desconheço o destino de uma vida quando o fôlego cessa aqui? Quem sou eu, pergunto. Quem sou eu?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Um dia estamos, e somos. No outro dia, não mais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">E me resta, nesta pouca vivência, neste entendimento falho, imaturo, crer que há propósito. E crer que há consolo. E crer há respostas. E crer que há algo que sempre está muito além do meu entendimento. E, ainda, crer que crer é tudo o que preciso.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Além do mais, quem sou eu?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Deixo ir minhas indagações para onde não sei. E eu fico apenas a pensar que só um Deus, Pai de todos, sabe sondar e responder aquilo que não tenho a mínima capacidade de entender sozinho.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O milagre ainda está vivo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O milagre da união de milhares ao redor do querer bem de uma família, e na contemplação de um viver em fé, de uma Guerreirinha.</span></p>
<h2><span style="color: #000000;">Vá em paz, Ana Luiza!</span></h2>
<p><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F07%2Fana-luiza%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F07%2Fana-luiza%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><!--<![endif]--><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service twitter_tweet" src="http://platform.twitter.com/widgets/tweet_button.html?url=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F07%2Fana-luiza%2F&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F07%2Fana-luiza%2F&amp;count=none&amp;text=Ana%20Luiza" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:55px;height:20px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service twitter_tweet" src="http://platform.twitter.com/widgets/tweet_button.html?url=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F07%2Fana-luiza%2F&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F07%2Fana-luiza%2F&amp;count=none&amp;text=Ana%20Luiza" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:55px;height:20px"></iframe><!--<![endif]--><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F07%2Fana-luiza%2F&amp;title=Ana%20Luiza" id="wpa2a_10">Compartilhe</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Post-Desenho</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jul 2011 19:22:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[@fabianom]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[braco de ferro]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>

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		<description><![CDATA[Caros cidadãos brasileiros! Há algo acontecendo, senhoras e senhores. Existe algo se movendo e fazendo correr a poeira entre nosso pés. Algo se formando para o que vem pela frente.  Para bom entendedor&#8230; meia gravura de Fabiano Marinho basta. (@fabianom) &#160; Clique na imagem para ver em tamanho maior]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">Caros cidadãos brasileiros!</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">Há algo acontecendo, senhoras e senhores.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">Existe algo se movendo e fazendo correr a poeira entre nosso pés.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">Algo se formando para o que vem pela frente.</span></p>
<p style="text-align: center;"> <span style="color: #000000;">Para bom entendedor&#8230; meia gravura de Fabiano Marinho basta. (@fabianom)</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.nascronicas.com/wp-content/uploads/2011/07/nas_cronicas.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-512" title="nas_cronicas" src="http://www.nascronicas.com/wp-content/uploads/2011/07/nas_cronicas-1024x576.jpg" alt="" width="706" height="397" /></a>Clique na imagem para ver em tamanho maior</p>
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		<title>Descaminho</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 19:31:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ocronico</dc:creator>
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		<category><![CDATA[amigo]]></category>
		<category><![CDATA[caminho]]></category>
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		<category><![CDATA[vida]]></category>

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		<description><![CDATA[por Rodrigo @ocronico Às vezes quando paramos para ouvir uma pessoa, mal sabemos que aquilo é um bem para dois. O falar e o ouvir causando empatia entre histórias. Uma se revelando, a outra se identificando. Ou quando causa total estranheza ao ponto de pensar: “e eu achando que minha história era complicada&#8230;”. Somos histórias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><a href="http://www.nascronicas.com/wp-content/uploads/2011/06/suicide.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-501" title="suicide" src="http://www.nascronicas.com/wp-content/uploads/2011/06/suicide.jpg" alt="" width="606" height="176" /></a>por Rodrigo @ocronico</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Às vezes quando paramos para ouvir uma pessoa, mal sabemos que aquilo é um bem para dois.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O falar e o ouvir causando empatia entre histórias. Uma se revelando, a outra se identificando. Ou quando causa total estranheza ao ponto de pensar: “e eu achando que minha história era complicada&#8230;”. Somos histórias interessantes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No dia em que parei para ouvir uma história, ganhei mais um amigo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Apresento essa história. Apresento um amigo.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Andava ele, um tempo atrás, por um caminho que pouco parecia um caminho. Estava mais para um atalho. Sabe aqueles atalhos que no percurso você sente que é uma grande furada e vai te fazer perder um tempo maior do que o caminho de fato? Então.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na verdade era um descaminho.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Drogava-se, esse amigo. E se perdia mais e mais no atalho para lugar nenhum. Suas memórias causavam algumas dores, suas dores pediam alívio e o alívio se vestia daquele torpor. O torpor do descaminho.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Haviam intervalos conscientes pra chorar. Mas pouca consciência pra se conscientizar e dizer: Me perdi. Aquele torpor era o corrosivo que diluía a família, o sentir e a força. Tudo esparramado pelo descaminho.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Até que brilha uma solução. Uma infalível solução que iria por tudo em seu lugar. Tudo ia se resolver com apenas um ato. Num segundo tudo teria um fim. E pensa o amigo: “Vou sair do descaminho. Sairei em menos de um segundo. Um disparo, apenas. E tudo volta ao prumo.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Uma solução de calibre 38, cromada, cabo emborrachado e com uma brilhante munição nova &#8211; solução essa, facilmente encontrada em atalhos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Restava fechar os olhos e ajustar o cano frio bem no ponto do encontro certeiro, entre um peito cansado e a prateada solução, que penetraria o coração perdido daquele amigo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Solução em mãos. Quarto fechado. Em pouco tempo tudo estaria resolvido e bem. Era o fim do descaminho.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">E lentamente vai um polegar deitando o cromado gatilho. O martelo, que deflagraria a solução instantânea, vai retraindo&#8230; recuando&#8230; se afastando&#8230; para que na chegada ao limite do gatilho, martelaria a agulha que beijaria a capsula, que em explosão percorreria o cano e suas ranhuras. Seguiria o rumo do peito. E fim. O simples disparo resolvedor.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O disparo resolvedor que não sai. Pois um polegar consciente resolveu não realizar a linha inteira que faz o gatilho. Uma polegada de consciência, diria eu, se aqui coubesse trocadilhos. Mas não cabe.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Disse o amigo, que a história do pequeno &#8220;filme da vida&#8221;, realmente passa diante dos olhos fechados. E me disse ainda, que algo muito parecido com amor, ele sentiu. E uma leve impressão, como um arrepio tomando o seu corpo, de que alguém o tiraria do torpor do descaminho. Talvez, começando pelos polegares, pensei. Mas não disse.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Esse amigo, hoje, vive.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nunca perguntei o sentimento dele em relação ao seu polegar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mas desconfio que não há mágoas.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Apresento o amigo que ganhei: Andrean Cardoso. @cardosoandrean</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Vivo, feliz e no caminho.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quer saber qual? Converse com ele.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Talvez você também ganhe um amigo.</span></p>
<p><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F06%2Fdescaminho%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F06%2Fdescaminho%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><!--<![endif]--><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service twitter_tweet" src="http://platform.twitter.com/widgets/tweet_button.html?url=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F06%2Fdescaminho%2F&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F06%2Fdescaminho%2F&amp;count=none&amp;text=Descaminho" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:55px;height:20px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service twitter_tweet" src="http://platform.twitter.com/widgets/tweet_button.html?url=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F06%2Fdescaminho%2F&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F06%2Fdescaminho%2F&amp;count=none&amp;text=Descaminho" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:55px;height:20px"></iframe><!--<![endif]--><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F06%2Fdescaminho%2F&amp;title=Descaminho" id="wpa2a_14">Compartilhe</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Religiosamente Político</title>
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		<pubDate>Fri, 13 May 2011 18:35:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ocronico</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Rodrigo Souza @ocronico Quisera Deus, que o povo que se chama de Seu, se levantasse à favor do sedento, assim como o próprio Deus, em carne, procedeu. Quisera Deus, se houvesse amor e verdade aos que se dizem Seu, que manifestassem misericórdia aos que na carne sentem aquilo que antes da morte o próprio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.nascronicas.com/wp-content/uploads/2011/05/religiosamente-politico.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-482" title="religiosamente politico" src="http://www.nascronicas.com/wp-content/uploads/2011/05/religiosamente-politico.jpg" alt="" width="630" height="183" /></a></p>
<p style="text-align: right;">por Rodrigo Souza @ocronico</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quisera Deus, que o povo que se chama de Seu, se levantasse à favor do sedento, assim como o próprio Deus, em carne, procedeu.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quisera Deus, se houvesse amor e verdade aos que se dizem Seu, que manifestassem misericórdia aos que na carne sentem aquilo que antes da morte o próprio Cristo sofreu.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quisera Deus, que a fé se materializasse em obras, e que o triunfo da cruz, e mais, da ressurreição, não fosse posse da eclésia e sim disponível a todo homem, como o próprio Deus concedeu.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quisera Deus, que a graça não fosse limitada à quatro paredes e que a dispensação dela não fosse restrita à mãos de homens, do alto de púlpitos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quisera Deus, que aqueles que se dizem representantes, não fossem cheios de interesses próprios, vaidades mil, ações e pensamentos de semideus.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Eu queria muito que os religiosos-políticos, se empenhassem e se dedicassem com o mesmo afinco nas causas que não vão de encontro às suas doutrinas. Que dedicassem tempo e suor para pautas que oprimem a sociedade como um todo, tal qual demônios oprimem a consciência de vários.</span></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Se é que consciência e algum temor ainda restam para uns outros.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Vamos pedir piedade. Senhor! Piedade!”</span></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Piedade para mim e para você.</span></p>
<p><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F05%2Freligiosamente-politico%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F05%2Freligiosamente-politico%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><!--<![endif]--><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service twitter_tweet" src="http://platform.twitter.com/widgets/tweet_button.html?url=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F05%2Freligiosamente-politico%2F&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F05%2Freligiosamente-politico%2F&amp;count=none&amp;text=Religiosamente%20Pol%C3%ADtico" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:55px;height:20px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service twitter_tweet" src="http://platform.twitter.com/widgets/tweet_button.html?url=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F05%2Freligiosamente-politico%2F&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F05%2Freligiosamente-politico%2F&amp;count=none&amp;text=Religiosamente%20Pol%C3%ADtico" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:55px;height:20px"></iframe><!--<![endif]--><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F05%2Freligiosamente-politico%2F&amp;title=Religiosamente%20Pol%C3%ADtico" id="wpa2a_16">Compartilhe</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Eis-me aqui!</title>
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		<pubDate>Tue, 10 May 2011 19:34:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ocronico</dc:creator>
				<category><![CDATA[convidados]]></category>
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		<description><![CDATA[por Vanessa Brito @VanessaBBrito_ Sempre quis ter um blog. Escrever sobre reflexões e bobagens inteligentes, mas nunca deu certo. Na tentativa de expressar revoltas, medos, ideias, a motivação se perdeu no meio do caminho. Então recebi um convite do gato Rodrigo Souza, vulgo @ocronico, para aqui me apresentar (ele me mandou escrever isso!). Para os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.nascronicas.com/wp-content/uploads/2011/05/eismeaqui.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-475" title="eismeaqui" src="http://www.nascronicas.com/wp-content/uploads/2011/05/eismeaqui.jpg" alt="" width="573" height="166" /></a>por Vanessa Brito @VanessaBBrito_</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre quis ter um blog. Escrever sobre reflexões e bobagens inteligentes, mas nunca deu certo. Na tentativa de expressar revoltas, medos, ideias, a motivação se perdeu no meio do caminho. Então recebi um convite do gato Rodrigo Souza, vulgo @ocronico, para aqui me apresentar (ele me mandou escrever isso!). Para os que não me conhecem, meu nome é Vanessa Brito, tenho 20 e poucos anos e poucas histórias pra contar. Imagino que minhas crônicas serão para externar pensamentos escondidos ou cauterizados pelo tempo. Então, vamos em frente&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">A arte de comunicar sempre me trouxe fascínio, não digo apenas a respeito da língua falada, mas do ritual como um todo. Sempre tive curiosidade em entender o que leva uma pessoa a escrever ou se comunicar para expressar o que sente. Ficar calado não é mais cômodo? Na democracia disfarçada, a Constituição Federal defende a liberdade de expressão e dá lugar a teorias desvirtuadas e tolices capazes de polemizar e fazer alguém se enxergar no meio do infinito coletivo. Enquanto isso, pessoas comuns são ameaçadas de morte e morrem por defenderem opiniões e valores morais de minorias esquecidas.</p>
<p style="text-align: justify;"><a name="_GoBack"></a> Algumas também são perseguidas por irem de encontra à ordem vigente e à classe dominante da sociedade moderna, como na Idade Moderna, mas que de moderno não tem nada. O fato é: onde você estiver, seja trabalho, faculdade, escola, fila de banco, padaria, abra a boca e esteja passível de críticas. E há daquelas só para desestabilizar. Hoje em dia, tentar opinar sobre religião, política e afins é quase um sacrilégio, mesmo quando o princípio da alteridade rege a máxima de respeitar as diferenças até de seus opositores. Creio que é preciso colocar uma mordaça para sempre ou ter responsabilidade pelo dito e não-dito, ou não? Fico com a última.</p>
<p style="text-align: justify;">Então por favor, permitam-me deixar de defender imparcialidade para preservar independência, me deixem defender o indefensável se possível for. Minha bandeira é esta: Assuma um lado! Não, isso não é dica de livro de auto-ajuda, mas às vezes é bom lembrar aqueles direitos importantes que muitas vezes se perdem nas banalidades e imposições invisíveis da vida.  Por isso, lhes peço. Não me xinguem, não me reprimem, não me matem! Mas se alguém quiser cuspir em mim, sinta-se à vontade. Para defender aquilo que acredito, eis-me aqui!</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F05%2Feis-me-aqui%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F05%2Feis-me-aqui%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><!--<![endif]--><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service twitter_tweet" src="http://platform.twitter.com/widgets/tweet_button.html?url=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F05%2Feis-me-aqui%2F&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F05%2Feis-me-aqui%2F&amp;count=none&amp;text=Eis-me%20aqui%21" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:55px;height:20px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service twitter_tweet" src="http://platform.twitter.com/widgets/tweet_button.html?url=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F05%2Feis-me-aqui%2F&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F05%2Feis-me-aqui%2F&amp;count=none&amp;text=Eis-me%20aqui%21" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:55px;height:20px"></iframe><!--<![endif]--><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.nascronicas.com%2F2011%2F05%2Feis-me-aqui%2F&amp;title=Eis-me%20aqui%21" id="wpa2a_18">Compartilhe</a></p>]]></content:encoded>
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